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segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

Macaco, olhe pra teu rabo!

Passei no blog da minha protegida e deixei o seguinte recado:

Amore, não pare de escrever. Não interrompa a passagem das frases e textos que saem com tanta harmonia de seu pensamento.


É, né? E aqui segue abandonado. Tsc, tsc. É uma pena que eu tenha me entregue a 140 caracteres por mensagem. Limitei o meu pensar. Mas, não foi voluntariamente. Quando se estuda, deve largar mão de algumas coisas. É assim, depois de um tempo, que se descobre o que realmente significa algo. E este lugarzinho é um tanto significante pra mim. É meu espaço. Aqui eu libero as palavras, frases e textos que saem de meu pensamento, seja com harmonia ou não. Onde eu deixei a chave mesmo?

quarta-feira, 5 de novembro de 2008

Durma!

O cérebro está enviando comandos ao corpo. O informa que ele precisa dormir o maior tempo possível. Dormindo se esquece do que se passa. A não ser que se sonhe e acorde pior. Se o sonho for bom, tente mantê-lo. Melhor que acordar e deparar-se com a realidade.


O dia passou lento e um tanto diferente. Não estava no meu lugar de costume. Ninguém estava. Fiscais verificando tudo, nem com celular podia estar. Me senti nua, de certa forma. Até aí, tudo bem. Só no final do expediente que uma colega de trabalho me perguntou se a situação havia sido resolvida. Foi o que bastou para eu me perder. A colega se foi com a pergunta respondida. Minutos depois começam assuntos variados, e o nome de minha querida foi tocado na maioria deles. Ela não é só minha querida, é querida por todos e invejada por todos². Tais assuntos me irritaram e eu tentei mudar logo o rumo da conversa, para não demonstrar a irritação, pois quem estava conversando não merecia tal tipo de reação.

Já é quarta-feira e as horas estão passando como as pessoas passam por mim. Despercebidas, não ganham a minha atenção. E muitas coisas que eu mesmo faço não ganham minha atenção. São feitas por obrigação ou por falta do que fazer. Corrijo: falta de saber o que fazer.