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sábado, 16 de maio de 2009

O aviso:

"PROIBIDO O USO DE APARELHOS SONOROS
Lei Municipal nº6.681/65"



está bem acima dos rapazes que estão escutando seus fânquis favoritos, em alto e péssimo som no aparelho celular. O fone de ouvido deve ter parado de funcionar repentinamente, né? Ou os guris devem ter esquecido mesmo. E, como o motor do coletivo é bem barulhento, eles se acham no direito de aumentar o volume.

Só algumas hipóteses para tentar justificar e encontrar razão para tanta falta de education e egoísmo.

Thanks.

quarta-feira, 22 de abril de 2009

Proposta indecente


Produtora de filmes pornôs ofereceu 1 milhão de dólares pela virgindade da coitada Susan Boyle. Já sabem como, né? Querem filmar o acontecimento! Cada uma que inventam!

sexta-feira, 10 de abril de 2009

O carro do peixe.

Tinha acabado de sair de casa para ir trabalhar. Na rua debaixo, o carro de peixe: "O Carro do Peixe chegoooou! Está passando na sua rua com peixes fresquinhos, sardinhas e pescados, sardinhas e pescados! Um kilo e meio de sardinha, cinco reais! Traga a vasilha! Corram!"

Até aí é rotineiro, parece que todos utilizam o mesmo script base para o carro de som. Mas, o que me fez rachar de rir (não sei se por achar engraçado ou ficar espantada com o absurdo), foi começar "O Homem Falou", depois de um cliente chegar na perua.



EÔ, EÔ, EAAAAAAAAAAAAAAAAAAA!

quinta-feira, 12 de março de 2009

Pff! ³

Ele chegou todo educado, todo atencioso e me abordou, disse que trabalha numa gráfica e fazia cartões com diversos temas e das mais variadas figuras. Pediu-me para escolher o que mais me agradasse. Escolhi. Com envelope amarelo. Esperei que ele terminasse de fazer sua propaganda e, finalmente, perguntei:

- Então, quanto eu devo pelo cartão?
- Mil dólares. - respondeu.

Pensei, claro, que era brincadeira, talvez ele quisesse que eu desse um valor mínimo.

- Claro! É pra já! Aproveito que estamos em frente ao Banco do Brasil e já saco, mas vai ter que ser em reais. - dei como réplica.
- Pois é, mas, o que você sentir justo, pode ficar à vontade em doar.

Como tinha quase nada, fiquei perdida, me forçando a perguntar o quanto!
- Dez reais? - o rapaz propôs.
Continuei pensando que era brincadeira.

- Pelo trabalho, de coração. - ele complementou.
- Dez reais? - perguntei incrédula ao perceber que o rapaz falava sério.
- Sim. - continuou ele, dando suas contra-argumentações sentimentais.
- Mas, moço, dez reais? - não conseguia acreditar.
- Você leva dois, então!
- Não tenho. Vou ver quanto tenho em moedas aqui no bolso. - e era verdade.
- Cinco reais!
- Espere...

Enquanto eu procurava sem sucesso moedas em meu bolso, ele contava que sua filha tinha os cabelos iguais aos meus, mas que alisava.

- Jamais será o mesmo! - respondi rispidamente, já cansada daquele assuntinho.
- É, ela não gosta de cachos.
- É uma pena, pois eu AMO. - e tirei do bolso um real e sessenta centavos. - Bom, só tenho isto.

Ignorando minhas moedinhas, o rapaz disse que se eu não tivesse trocado, ele daria um jeito de trocar.

- Não tenho, já disse. E se eu devolver o cartão? Ninguém sai no prejuízo, não é verdade?

Depois de uns 5 minutos de argumentações e contra-argumentações, após o último e cansado "não tenho" sair de minha boca, o cartão também saiu de minha mão, arrancado pelo rapaz.

- Boa sorte, então! - virou as costas com caradecoo.
- Obrigada! - lhe respondi, aliviada - O mesmo! Boa noite!

E segui meu rumo.
Tenhocaradesilviosdantos? Ou caradebesta?